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Você tem medo de carros funerários? Conheça mais sobre eles. 2 de abril de 2019

Você sabia que mesmo quem deseja ser cremado irá ter o corpo transportado em um carro fúnebre? Essa última viagem de carro é repleta de mitos e verdades, confira agora algumas curiosidades sobre os carros funerários.

Medo e Preconceito

Sim, apesar de sua longa existência que atravessa os anos, os carros fúnebres ainda são cercados de medo e preconceito.

Algumas pessoas não gostam de sequer lembrar da existência desses veículos e quando passam perto de um carro fúnebre acreditam que o dia será ruim ou que terão má sorte ao longo daquele dia.

Isso acontece principalmente porque a morte é um tema tratado como tabu na nossa sociedade, no entanto, como já dissemos, é fato que em algum momento todos nós seremos transportados em um desses carros, por isso, que tal começar a perder o medo logo agora?

Um Pouco de História

Para entender melhor a origem desses carros, precisamos voltar aos anos entre 1901 e 1907 quando se estima que os primeiros carros motorizados começaram a fazer parte dos cortejos. Vocês acreditam que antes da existência dos carros fúnebres os corpos eram levados até o cemitério em lençóis que faziam o formato de uma rede e eram carregados pelos familiares?

Os corpos também eram levados em carros de boi, carroças e até mesmo a pé! Em alguns lugares mais afastados como cidades do interior, algumas famílias ainda preservam o costume de levarem o corpo do ente querido a pé, durante o percurso até o cemitério os familiares carregam o caixão e os demais seguem atrás como uma última homenagem. A depender da distância o esforço físico tende a ser grande, geralmente os caixões são carregados pelos homens da família. 

E logicamente a possibilidade de utilizar um carro funerário facilita muito todo o processo de despedida e transporte do corpo. Inicialmente no Brasil, a utilização de carros funerários era um luxo e somente as famílias ricas da época tinham acesso a esse tipo de serviço.

Atualmente, todas as pessoas podem contar com esse tipo de serviço ao se despedirem de um ente querido, facilitando o transporte do corpo.

Adaptações Necessárias

Com toda certeza você nunca viu um carro funerário sendo exposto em uma concessionária comum ou foi convidado para fazer um teste drive sem compromisso em um desses veículos. Isso não acontece porque os carros funerários são adaptados e passam por testes rigorosos de qualidade para que possam ser comercializados para as empresas funerárias onde irão cumprir sua função. 

Na realidade, os carros funerários passam por essas adaptações após serem escolhidos os modelos comerciais, o carro é vendido pela concessionária e a adaptação precisará ser feita por especialistas para que o veículo fique conforme as necessidades da funerária.

Algumas empresas no Brasil já são especializadas na venda desse tipo de veículo, oferecendo às funerárias o veículo já adaptado, para evitar a burocracia de ter que se preocupar com todas as instalações que são necessárias. Afinal, além de levar o corpo para o velório ou enterro, é comum que outros itens acompanhem o corpo, como iluminação leve e até mesmo castiçais.

Todos os veículos passam por inspeção do INMETRO após as adaptações, para que os corpos possam ser transportados com toda a segurança necessária.

Vi um Carro Fúnebre na Rua, Como Agir?

Muitas pessoas ficam nervosas ou até abaladas ao verem um carro fúnebre na rua, principalmente se ele estiver sendo seguido por um cortejo.

O primeiro de tudo é não ter medo! O único fato que temos certeza na vida é que uma hora ou outra, todos nós iremos morrer e que se despedir de alguém querido é sempre difícil. 

E se você estiver dirigindo no trânsito, não buzine ou queira cortar os carros envolvidos no cortejo, que geralmente estão com o pisca alerta ligado, compreenda que aquele é um momento de dor para todos os que estão seguindo o veículo e respeite.

Por mais que o carro fúnebre possa deixar o trânsito um pouco mais lento, respeite esse momento e se possível ligue o pisca alerta do seu carro para sinalizar aos outros motoristas que a pista ficará mais lenta por um período.